"O mais difícil de um Ironman, não é cruzar a linha de chegada, é chegar na linha de largada".

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte III, a natação.

  

     Muito ouço falar das largadas no Triathlon. A cada blog, artigo, matéria lida, leio relatos de cotovelada, chute nas costelas, e por aí vai. Sempre me deu muito medo isso, por isso na largada, deixei todos saírem e fui na minha, com calma. A idéia era apenas terminar a prova. Iniciei o relógio e comecei a entrar no mar. A entrada foi bem tranquila. Meus acessórios de natação estavam bem alinhados, uma toca presente do 2x Ironman (e meu Tutor) Humberto Andrade e um óculos novo Kayenne da Aqua Sphere. Sem fazer muita propaganda, esse óculos é sensacional. Ajuste perfeito, gruda no seu rosto com muito conforto.

     Nadei sem pressa, tranquilo, algumas pessoas me acompanharam durante a natação. Houve alguns esbarrões, nada sério. Algumas ondulações tiram um pouco o seu ritmo, mas pegue essa dica: "Nunca pare de nadar".

     A primeira bóia parecia não chegar. Notei que estava seguindo um fluxo errado, logo deixei alguém que me acompanhava passar e virei ligeiramente à esquerda. Perfeito, já estava nadando retinho em direção à primeira bóia. Até a primeira bóia as coisas estavam complicadas, muita ondulação, correnteza contra, nada da bóia chegar (claro, quem chega na bóia é você).  Mas com o decorrer do nado, ela ficava maior a sua frente, incrível esse deslocamento, a gente la a vários metros mar adentro. Parece bobo isso que eu tô falando, mas a maioria da população nunca entra no mar assim, e eu estava la, a uns 300m da praia, onde não "dava pé". Isso já é motivo suficiente pra muita satisfação.

      Contornei a primeira bóia com muita responsabilidade. Observei que alguns atletas passavam bem perto dela para diminuir o tempo, mas observei também que o vento forte não deixava a bóia parada, batendo inclusive contra os próprios atletas. Não quis arriscar, contornei, mirei a outra bóia (Observei monumentos maiores na costa para me guiar) e fui embora.

      Daí em diante eu já tinha conquistado toda a confiança possível para fazer uma boa prova. A respiração tava boa, os braços estavam firmes, parecia que deslocava uns 50m a cada braçada! Não saí da rota, segui certinho para contornar a segunda bóia. Nesse momento observei que algumas pessoas que estavam comigo começavam a ficar pra trás, mais confiança adquirida. A segunda bóia era menor, difícil de ver, mas nesse momento o mar ajudou com poucas ondulações, o contato visual foi perfeito e não tive problemas em chegar bem e contornar a segunda bóia.

     Depois de contornar a segunda bóia, era a hora da saída do mar. Seguir para a praia e continuar a prova. Nesse momento tive duas preocupações:

     1. A segunda largada, da categoria posterior a minha, estava chegando em mim, veio aí a preocupação em ser "atropelado" por esses atletas, logicamente bem mais rápidos que eu;
     2. A saída do mar sempre exige cautela. É onde a arrebentação das ondas é mais forte e você fica sem visualização delas.


     Tentei imprimir um ritmo mais forte para que eu pudesse sair da água antes do 2o pelotão chegar em mim. Olhando sempre para trás para ver se havia alguma onda a se formar. Se houvesse, sempre siga a dica: Volte e espere ela quebrar. Melhor perder tempo do que levar um caldo. Um caldo pode ser fatal não só para a confiança no restante da prova, mas é perigoso, você pode se machucar. Jamais subestime o mar.

     Deu tudo certo, saí do mar e logo a minha direita o amigo de treinos Thor Quinderé, um monstro nesse esporte e alguém que sempre me deixou integrado e confiante para seguir em frente, sempre com palavras certas nas horas certas. Ele era do segundo pelotão.

     Olhei para o relógio e vi o tempo de 20min. Muito alto para esse tipo de prova, mas muito baixo para as minhas próprias expectativas.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte II

    


     É chegado o grande dia. O procedimento é o mesmo pré-treino (com mais antecedência, claro). Acordei 2h antes da hora marcada para a largada. Com bastante tempo de antecedência, resolvi fazer tudo na calma, tomei um banho para despertar, comi 2 barrinhas de cereal e coloquei o BCAA no bolso para ingerir apenas uma hora antes da largada. Peguei toda a bagagem que no dia anterior já havia deixado tudo separado e me dirigi ao Marina Park Hotel.

     Estacionei o carro, montei a bike (Pneu Dianteiro), peguei a mochila e me encaminhei para a tenda da Triativo. Neste momento fiquei um pouco perdido, haviam algumas pessoas na fila para fazer o checkin da bike com mochilas, e na palestra no dia anterior haviam dito que não poderia entrar na área de checkin com mochila. Para não arriscar, separei minhas coisas, pedi para o Humberto Andrade segurar minha mochila e fiquei na fila. Nesse momento eu já começava a ficar nervoso, minhas coisas estavam todas na mão, estava preocupado se havia esquecido de algo, e com o tempo na fila fui encaixando as coisas no seu devido lugar. Sapatilhas e caramanhola na bike, tenis no pé, número de corrida na cintura, capacete clipado, gel no bolso, e apenas a viseira e uma garrafa de agua para lavar os pés restou em minhas mãos.

     É nesse momento que você vê quem já tem certa experiência e quem não tem. Estava perdido, assumo. Se não fosse a ajuda da galera da Triativo que estava ali na fila pra me dar as dicas, eu tinha rodado já no checkin.

     Fiquei tenso. O nervosismo pré-largada começava a bater. Logo na fila fui marcado nos braços com a numeração para a natação: 237. O Árbitro do evento conferiu os freios e o clip da bike, tudo ok. Me dirigi para onde minha bike ia ficar e deixei tudo ali, de forma organizada para que facilitasse minha retirada nas transições. A bike fica de frente pro cavalete, em cima do mesmo, de modo que os freios se encaixem na barra do cavalete para que a bike não caia (Mas quem disse que eu sabia disso?!). Antes de sair analisei as outras bikes para ver se a minha estava nos conformes. Tudo ok, capacete em cima do clip e óculos sob o capacete. Saí da área de transição e voltei à tenda da Triativo.

     Ingeri o BCAA e o Humberto nos chamou para um aquecimento na água. Começava aí a minha diversão. Tenho certeza que o ele já havia feito aquilo milhares de vezes, e foi justamente no aquecimento em que eu pude enfim, relaxar, sentir o clima da prova, dar espaço a alegria quando antes era preocupação.

     Logo na entrada uma onda me jogou no chão. Foi como se nada tivesse acontecido, me levantei e fui adiante com a turma. Havia o iniciante Ricardo Rabelo, que me identifiquei logo, o nervosismo e ansiedade estava visível em ambos. Isso de certa forma me confortou. Fizemos um aquecimento rápido, suficiente para pegarmos algumas dicas do Humberto: "Você não verá as bóias, segue o pelotão"; "A segunda bóia é que você não verá mesmo, mira em alguma coisa e vai atrás dela"; "Na saída olha pra trás, se vier onda, volta".

     E foi seguindo as dicas dos meus amigos Triativos que saí daquele aquecimento pronto para a largada. Fizemos uma corridinha leve na areia e então era só esperar o grande momento. Essa hora é onde vemos nossos familiares perto, amigos, é um momento de descontração e de conversas até alinharmos para largar e esperar pelo "PEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM".
    

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte I

     Esse Post tem tudo pra ser longo. Por isso irei dividí-lo. Espero que você não tenha preguiça de ler, pois aqui tentarei relatar minha primeira experiência em uma prova oficial de Triathlon Sprint (I Etapa Triathlon Sprint promovido pela FETRIECE) nos detalhes que julgo mais importantes.

     Vamos começar com o dia anterior. Depois de pegar o kit (Numeração) no Marina Park Hotel, fui relaxar. Jantar, comer uma massa, foi a programação da sexta a noite. Ao chegar em casa, fiz todo um ritual:

     1. Aprontar a numeração. Basicamente são 3, um que é afixionada com presilhas no canote da bike, um menor que você cola na parte da frente do capacete e um terceiro que é pra corrida, essa fica no meu sinto de corrida, o que recomendo bastante a compra deste assessório que torna tudo muito prático (http://www.yellowsports.com.br/prod,IDLoja,16050,IDProduto,2471139,triathlon-acessorios-triathlon-porta-numero---gel-porta-numero-competicao-2xu).

     2. Checklist de coisas a levar. Aqui utilizei um checklist para preencher a minha mochila utilizada no dia da prova. Conferi os itens, coloquei na mochila e deixei tudo separado para ser tudo bem prático na hora de sair (http://www.mundotri.com.br/2011/05/checklist-para-provas-de-triathlon-%E2%80%93-nao-esqueca-o-importante/).

     3. Checar se o equipamento está OK. Neste momento, vejo se tudo o que está no checklist está ok. Visualizo todo o momento desde a largada. Óculos para natação limpos, e pré-ajustados. Sapatilhas pré-ajustadas ao pé, capacete e pneus (100-110libras). Tênis de corrida com cadarço em elástico já ajustado, viseira pré-ajustada.

     São muitas as informações para os praticantes de Triathlon. Precisamos visualizar tudo antes para que fique mais fácil tudo dar certo na hora da prova e perdermos o menor tempo possível. Se não for tudo planejado antes, há inclusive o risco de não completar a prova, o que seria trágico.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Tudo pronto para a I Etapa de Triathlon Sprint!

     Amanhã é dia da I Etapa de Triathlon Sprint promovido pela FETRIECE. A Triativo, equipe a qual eu treino, estará em peso participando desta prova. Particularmente, estou bem motivado e me sinto pronto para ela.

     Será minha primeira prova de Triatlhon, a idéia é completar bem a prova. Nadar, fazer uma transição tranquila, botar força nas subidas durante o pedal, sair pra correr progressivo e chegar no final pra tomar café da manhã. Encarar como mais um dia de treino e tentar abstrair a presença de outros competidores.

     Hoje pela manhã fizemos uma corrida leve de 6km em 35m. Isso me faz pensar que a pouco tempo atrás eu fazia 5km em 35m, e morrendo. Hoje esse pace de 6:30' é um pace de corrida leve para mim. É sensacional você ver as coisas acontecendo. O segredo é treino e disciplina. Disciplina para treinar, treinar pra ter disciplina.

     A entrega de kits e congresso da prova ocorrerá hoje no Marina Park Hotel. Kits as 16h, Congresso as 18h. Estou bem ansioso para este evento, mas é uma ansiedade boa de se sentir, saudável.


View Larger Map

     A Triativo não só como empresa, mas todos que treinam la me ajudam de alguma forma. Muito bom treinar ao lado de grandes pessoas que nos fazem sentir a vontade e realmente nos fazem querer ta ali todos os dias madrugando pra treinar.

     Agora é esperar que chegue amanhã!

    

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Números, Ordem de Largada e Regulamento do Sprint

     Cada prova de triathlon tem sua própria história. Sou totalmente iniciante neste esporte o qual já dedico boa parte da minha vida. Imagine só você chegar no seu trabalho as 8h da manhã e pensar: Hoje eu já pedalei 60km e corri 20min, hoje eu já corri 12km. O que eu quero dizer é que, mal começa a manhã e você já tem história pra contar.

     O Triathlon não é um simples esporte, é um estilo de vida. Como a maioria da população mundial, eu trabalho durante o dia, então o tempo que posso treinar é as 5h da manhã. O que não quer dizer que seja um sacrifício, não é. Vou dormir empolgado sabendo do treino do dia seguinte.

     As mudanças não param por aí. Visando melhoria constante, você procura regrar sua alimentação, a fim de render melhor nos treinos. Só entende quem pratica. Não existe sofrimento nesse meio, é pura satisfação.

     Talvez eu tenha fugido um pouco da proposta deste post, mas onde eu quero chegar é, nas vésperas da minha primeira prova de Triathlon, estou super empolgado e ansioso. Fico logo imaginando as provas mais "casca grossa", como será. Pois esta é a primeira, com distâncias menores, mas eu chegarei onde eu quero, subindo degrau por degrau.

     Hoje já saiu a relação de numeração e ordem de largada. Segue o link:
http://triathlonceara.blogspot.com.br/2013/02/confira-o-regulamento-e-ordem-de.html

     Sob o número 237 está inscrito Airton Marques, quem vos fala, na categoria 30-34 anos. Muito motivado para fazer uma boa prova e seguir em frente com esse novo estilo de vida.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Época de Chuva. E agora?!

     A época de chuva não favorece em nada os treinos de ciclismo. Pra começar, acordar as 4:30 da manhã com um clima de chuva já dá aquele desânimo. Não pela preguiça em si, mas por saber que o treino será prejudicado. Pedalar na chuva exige cautela quadriplicada.

     Implica em menor visibilidade tanto nossa como do motorista;
     Freios pouco eficientes;
     Pneus vulneráveis devido a sujeira da pista;
     Faixa branca escorregadia (Nunca freie em uma faixa branca);
     Aquaplanagem;
     Muita água empoçada podendo esconder algum buraco;
     Risco de doenças devido a roupa molhada.

     Se não bastasse esses fatores que implicam diretamente à nossa segurança no asfalto, ainda há a questão do treino em si. Ficamos tão preocupados com a nossa segurança em primeiro lugar que acabamos sem nos doar aos treinos.

     E os problemas não param por aí. Com tanta água, precisamos manter uma constante manutenção na bike, pois a água atrai sujeira para o grupo inteiro da bike. O que eu faço é, lava-la com água corrente e uma esponja as partes da pintura. A corrente, cassete e as demais partes do grupo, lavo passando uma escova. Enxugo com um pano toda ela, inclusive o grupo. Feito isso, passo o Finish Line (Úmido) elo por elo na corrente.Uma manutenção rápida que evitará futuros transtornos e deixará sua bike sempre com cara de nova.

     Apesar disso, melhor treinar do que ficar em casa dormindo. Um rolo para treinar em casa nessas épocas chuvosas tem grande valia. Enquanto isso, quando acordar não seja pessimista, esteja no local na hora do treino, pois a chuva poderá dar uma trégua. Até porque os treinos são feitos alguns quilômetros da capital, pode acontecer perfeitamente de estar chovendo onde você mora e nas tapioqueiras (Local dos treinos, próximo a Messejana) não esteja.

     Se a chuva estiver forte e realmente o ideal for não montar na bike e sair pedalando, esteja sempre alerta com um tênis no carro. Faça uma corrida e não boicote o seu treino :)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Uma semana para I Etapa Sprint - FETRIECE

     A uma semana da minha primeira prova de Sprint, muitas dúvidas foram sanadas neste final de semana. Com os treinos intensificados visando esta prova, muitos que irão participar e os que já participaram antes, atenderam minhas dúvidas prontamente.

     A primeira dúvida era o que levar para a área de transição. Muito se fala em não levar, por exemplo, camara de ar e bomba caso um pneu fure, por se tratar de ser uma prova rápida, não compensaria estar trocando pneu caso fosse necessário. Porém as opiniões divergem, dependendo do seu objetivo. Neste caso, completar acima de tudo é o mais importante, não interessa o tempo, levarei câmara, espátulas e um CO2 para se algo der errado.

     Depois da natação, é comum estarmos cheio de areia, e há um chuveiro na área de transição, mas para evitar atrasos, levarei uma garrafa pet com água limpa apenas para lavar meus pés e calçar a sapatilha da bike com maior conforto. Lembrando que levarei uma pequena toalha para enxugar os pés antes de me calçar.

     A primeira transição é basicamente isto, lavar os pés, enxugar os pés, beber água (leve uma garrafa de água para deixar na transição), colocar o capacete, óculos, calçar a sapatilha e sair pro pedal. Deixe a câmara, CO2 e espátulas já na bike, se possível. Caso não seja, não esqueça de pega-las antes de sair pro pedal.

     Na segunda transição, tire o capacete e a sapatilha, calce o tênis, pegue a viseira, beba água e saia para correr. Teoricamente, seu primeiro gel será consumido durante o pedal, não esqueça de consumir o segundo na corrida. Lembre-se que a suplementação e hidratação são sempre importante. No caso do gel, fica a seu critério, eu tomarei dois. Um na bike, outro na corrida. Sugestões são benvindas.

     Neste momento ter um tênis com cadarço de elástico é bastante prático e barato. No mais, não irei de meias. Como é uma prova curta, não vejo a necessidade de perder tempo calçando as meias.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

[Carnaval] Treinos e curtição combinam sim

     O cara quando não consome bebidas alcoólicas, rende bem em tudo, em toda ocasião. Não estou dizendo que você precisa parar de beber, o relato aqui é de como eu curti o meu carnaval e mesmo assim consegui treinar todos os dias, exceto domingo, e o fato de não beber me ajudou bastante.
   
     Pra começar, encaixamos um treino bem tenso no sábado logo as 6h da manhã. 3h de pedal com transição de 20min de corrida. As 3h de pedal foi no circuito Beach Park (La embaixo) indo em direção a Prainha e voltava. Um circuito bem tenso, logo de cara, sem direito a aquecimento, tivemos que subir aquela enorme ladeira. Forçar uma subida sem aquecimento pode comprometer todo o seu treino.

     O que deveriam ser 3 voltas nesse circuito, se transformaram em apenas 2. Um vento avassalador junto a um circuito de ida inteiramente de subidas e ladeiras fortes. Você costuma gostar do vento até se deparar com um vento contra você em uma subida forte. Sabe o que é fazer força no pedal e não conseguir progredir devido a força do vento que te leva pra trás? Foi isso que aconteceu nesse treino.

     Depois de duas voltas, 42km computados, encarei uma corrida (Que não constava na planilha) de 20min. Isso que é motivação. Todos que estavam ali no Beach Park na manhã de sábado iriam correr também, então eu não seria o "do contra". Minha transição Bike/Corrida começa a se encaixar.

     Tarde livre para curtir o carnaval. Assim foi feito, sem bebida, domingo ficamos OFF e novamente consegui curtir mais um dia de carnaval sem bebida. Inteiro pra começar bem a semana, como se nem existisse o resto do carnaval.

     Logo na segunda encaramos quase 10km pela ciclovia da Washington Soares em uma configuração 25min Fraco / 20min Forte / 25min Fraco. Esses 20min forte quebra demais, mas precisam ser feitos, eu já disse uma vez e repito, temos sempre que sair da zona de conforto para alcançarmos nossos objetivos.

     Terça tivemos alguns tiros no pedal nas Tapioqueiras e mais 30m de corrida. Deveriam ser 45m mas o Maildo Barros me quebrou logo com um pace de 5, meu nível não é esse, mas chegarei em breve rapaz!

     Quarta-feira de cinzas e mais um treino forte com 6x 4'Forte / 1'30'' caminhando. Consegui manter uma média nos tiros forte de  4:50 - 5 de pace para minha surpresa, evolução ta aí, agradecendo demais a equipe de professores da Triativo Assessoria. Agradecendo também a todos os companheiros que estão la todos os dias nos incentivando a darmos o nosso melhor!