O teste que fazemos para identificar quais os nossos limiares, é o da Ventilometria. No caso da corrida, corremos com um aparelho acoplado no nosso rosto para medir o consumo do oxigênio durante a corrida. Existem várias etapas e dificuldades para uma melhor medição. De acordo com o aumento dos batimentos cardíacos, a velocidade da esteira aumenta. No caso do ciclismo, o teste é feito pedalando.
Há 2 tipos de limiares: Aeróbio e Anaeróbio (Divididos em 2: Compensado e Descompensado).
Ora, todos os treinos executados no limiar aeróbio, são o treinos que utilizam predominantemente energia do oxigênio. É o mais indicado quando você precisa fazer aquele treino de recuperação. Quando você lê na sua planilha Leve, entenda que não poderá passar do limiar aeróbio. Porém apenas fazendo o teste de Ventilometria você saberá o seu limiar, que é individual.
Daí o título do post de hoje, sabendo seus limiares você estará efetuando um treinamento exatamente dentro dos mesmo e fazendo com que seu treino seja mais eficiente. Normalmente esses testes indicam cerca de 5 estágios de Limiar.
A zona de treinamento através de limiares é determinada pelos batimentos cardíacos. Para exemplificar, o meu L1 é entre 136 a 146 de frequência cardíaca.
Mas por que é tão importante isso?
Eu sou apenas um aluno. Apenas um professor saberá explicar cientificamente tudo isso que estou falando, pois envolve alguns outros parâmetros, tal como a concentração de lactato no corpo, não irei me aprofundar a isso.
O que eu posso dizer é que o nosso esforço depende do terreno, da força do vento, da humidade do ar, do calor, fatores externos. Não adianta você fazer um treino de recuperação mantendo um pace de 6:30 se está em uma subida e o seu coração está trabalhando com 90% de frequência cardíaca. Muitos se preocupam apenas com o pace, desconsiderando os fatores externos que, são sim importantes.
Algumas fontes: