"O mais difícil de um Ironman, não é cruzar a linha de chegada, é chegar na linha de largada".
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segunda-feira, 24 de junho de 2013
Equipe de Triathlon Triativo 2013
Ta bonito de se ver essa galera reunida. Tem triatleta estreante, voltando do DM, treinando pro Iron 70.3, se divertindo, saindo de um full Ironman, tem triatleta de todo jeito nessa equipe. Triativo Assessoria Esportiva, um lugar que você pode chamar de casa e todo dia treinar o seu esporte.
Sábado passado (22 de Junho) ocorreu a II e última etapa do ano do Cearense de Triathlon Sprint. Distâncias oficiais de 750m de Natação, 20km de Bike e 5km de Corrida. A prova foi realizada no Cumbuco, local onde é bonito, mas também é duro. O Mar estava uma piscina, calmo. O pedal com uma subida inicial forte, e um circuito de menos de 10km realizados em 2 voltas, com direito a muitas subidas, vendo forte e área com paralelepípedos e rotatórias. A corrida é redonda, feita totalmente no plano em um circuito de 2.5km realizados em 2 voltas. Ponto negativo pra área de transição que ficou num local diferente, de forma confusa e meio a muita lama proveniente de fortes chuvas na madrugada.
O resultado geral e por grupo etário pode ser encontrado no site oficial da Fetriece. Um dos fatores negativos para essa prova foi a área de transição. Estava aberta por vários locais, e não em entrada única como deve ser. Muitas poças de água dificultavam o acesso. Faltou medalhas também no final do evento. No mais, balizamento sem problemas e percurso como deve ser.
sábado, 2 de março de 2013
Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte FINAL
A minha preocupação sempre foi o mar. Eu sabia que se saísse bem, conseguiria fazer uma boa prova. Saí pra T1 correndo e logo lavei os pés, clipei o capacete, coloquei as sapatilhas, óculos, gel, parei uns 10 segundos para ver se nda faltava, peguei a bike e me mandei. Com o tempo a transição tende a ficar mais redonda, prática e rápida. Apenas com treino é possível fazer ela no automático, sem a necessidade de "parar pra pensar". Essa transição foi feita em pouco mais de 3m.
Uma das minhas compras prioritárias deverá ser uma sapatilha de Triathlon, com apenas de um velcro. A que possuo hoje em dia é a de ciclismo, custa para travar na bike. O ideal é sair com a sapatilha já encaixada na bike. Saí levando a bike na mão e ao chegar na área de "monte", subi na bike com bastante tranquilidade, encaixei a sapatilha no pedal e o resto, fiz o que eu considero o meu melhor, pedalei. Fiquei em pé na bike nas retomadas de retorno e nas subidas, peguei vácuo de alguns amigos Triativo, me diverti. Fiz os 20km em menos de 37m, uma média de 33km/h. Neste momento recebi muito apoio da galera, você começa a sentir um clima diferente. Esse circuito não é mole. Há duas subidas duríssimas, uma inclinada, porém curta, do jeito que eu gosto, e outra mais longa, onde em alguns momento eu achava que havia furado um pneu de tanta força que tive que fazer!
Fechado os 20km, desmontei da bike, encaixei no cavalete, tirei o capacete (lembre-se de só tirar o capacete quando a bike estiver em cima do cavalete), tirei a sapatilha, bebi água, coloquei o porta número, calcei o tênis, peguei o outro gel e saí pra corrida com a viseira na mão. Foram 2 minutos de T2.
A saída pra corrida foi sensacional. Me sentia bem e logo vi minha namorada, Daniela Bastos lá me aguardando pra me desejar sorte. Era tudo o que eu precisava pra me sentir inteiro pra parte mais dura do Triathlon. A corrida exige mais do corpo pois é onde temos maior contato com o solo e onde nossas articulações sofrem mais. Além de ser a última etapa do Triathlon. Encarar uma corrida depois de nadar e pedalar não é trivial.
Pra você ter idéia da minha felicidade, olha aí do lado o plano de fundo e vê eu saindo sorrindo pra corrida. Daí me vem a cabeça a frase do amigo Wesley Pascoal: "Quem corre sorrindo é porque tá sobrando". E assim foi feita a minha corrida. Um pace de 5. 5km em 25minutos, duas voltas reduzidas no mesmo circuito do ciclismo, encarando aquelas mesmas duas subidas. Estava fechada a minha participação na I Etapa de Triathlon Sprint organizado pela FETRIECE. Um 15o lugar na categoria 30-34 e um 54o na classificação geral.
Amanhã estarei postando todas as informações do Garmin e os links da classificação.
Uma das minhas compras prioritárias deverá ser uma sapatilha de Triathlon, com apenas de um velcro. A que possuo hoje em dia é a de ciclismo, custa para travar na bike. O ideal é sair com a sapatilha já encaixada na bike. Saí levando a bike na mão e ao chegar na área de "monte", subi na bike com bastante tranquilidade, encaixei a sapatilha no pedal e o resto, fiz o que eu considero o meu melhor, pedalei. Fiquei em pé na bike nas retomadas de retorno e nas subidas, peguei vácuo de alguns amigos Triativo, me diverti. Fiz os 20km em menos de 37m, uma média de 33km/h. Neste momento recebi muito apoio da galera, você começa a sentir um clima diferente. Esse circuito não é mole. Há duas subidas duríssimas, uma inclinada, porém curta, do jeito que eu gosto, e outra mais longa, onde em alguns momento eu achava que havia furado um pneu de tanta força que tive que fazer!Fechado os 20km, desmontei da bike, encaixei no cavalete, tirei o capacete (lembre-se de só tirar o capacete quando a bike estiver em cima do cavalete), tirei a sapatilha, bebi água, coloquei o porta número, calcei o tênis, peguei o outro gel e saí pra corrida com a viseira na mão. Foram 2 minutos de T2.
A saída pra corrida foi sensacional. Me sentia bem e logo vi minha namorada, Daniela Bastos lá me aguardando pra me desejar sorte. Era tudo o que eu precisava pra me sentir inteiro pra parte mais dura do Triathlon. A corrida exige mais do corpo pois é onde temos maior contato com o solo e onde nossas articulações sofrem mais. Além de ser a última etapa do Triathlon. Encarar uma corrida depois de nadar e pedalar não é trivial.
Pra você ter idéia da minha felicidade, olha aí do lado o plano de fundo e vê eu saindo sorrindo pra corrida. Daí me vem a cabeça a frase do amigo Wesley Pascoal: "Quem corre sorrindo é porque tá sobrando". E assim foi feita a minha corrida. Um pace de 5. 5km em 25minutos, duas voltas reduzidas no mesmo circuito do ciclismo, encarando aquelas mesmas duas subidas. Estava fechada a minha participação na I Etapa de Triathlon Sprint organizado pela FETRIECE. Um 15o lugar na categoria 30-34 e um 54o na classificação geral.
Amanhã estarei postando todas as informações do Garmin e os links da classificação.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte III, a natação.
Muito ouço falar das largadas no Triathlon. A cada blog, artigo, matéria lida, leio relatos de cotovelada, chute nas costelas, e por aí vai. Sempre me deu muito medo isso, por isso na largada, deixei todos saírem e fui na minha, com calma. A idéia era apenas terminar a prova. Iniciei o relógio e comecei a entrar no mar. A entrada foi bem tranquila. Meus acessórios de natação estavam bem alinhados, uma toca presente do 2x Ironman (e meu Tutor) Humberto Andrade e um óculos novo Kayenne da Aqua Sphere. Sem fazer muita propaganda, esse óculos é sensacional. Ajuste perfeito, gruda no seu rosto com muito conforto.
Nadei sem pressa, tranquilo, algumas pessoas me acompanharam durante a natação. Houve alguns esbarrões, nada sério. Algumas ondulações tiram um pouco o seu ritmo, mas pegue essa dica: "Nunca pare de nadar".
A primeira bóia parecia não chegar. Notei que estava seguindo um fluxo errado, logo deixei alguém que me acompanhava passar e virei ligeiramente à esquerda. Perfeito, já estava nadando retinho em direção à primeira bóia. Até a primeira bóia as coisas estavam complicadas, muita ondulação, correnteza contra, nada da bóia chegar (claro, quem chega na bóia é você). Mas com o decorrer do nado, ela ficava maior a sua frente, incrível esse deslocamento, a gente la a vários metros mar adentro. Parece bobo isso que eu tô falando, mas a maioria da população nunca entra no mar assim, e eu estava la, a uns 300m da praia, onde não "dava pé". Isso já é motivo suficiente pra muita satisfação.
Contornei a primeira bóia com muita responsabilidade. Observei que alguns atletas passavam bem perto dela para diminuir o tempo, mas observei também que o vento forte não deixava a bóia parada, batendo inclusive contra os próprios atletas. Não quis arriscar, contornei, mirei a outra bóia (Observei monumentos maiores na costa para me guiar) e fui embora.
Daí em diante eu já tinha conquistado toda a confiança possível para fazer uma boa prova. A respiração tava boa, os braços estavam firmes, parecia que deslocava uns 50m a cada braçada! Não saí da rota, segui certinho para contornar a segunda bóia. Nesse momento observei que algumas pessoas que estavam comigo começavam a ficar pra trás, mais confiança adquirida. A segunda bóia era menor, difícil de ver, mas nesse momento o mar ajudou com poucas ondulações, o contato visual foi perfeito e não tive problemas em chegar bem e contornar a segunda bóia.
Depois de contornar a segunda bóia, era a hora da saída do mar. Seguir para a praia e continuar a prova. Nesse momento tive duas preocupações:
1. A segunda largada, da categoria posterior a minha, estava chegando em mim, veio aí a preocupação em ser "atropelado" por esses atletas, logicamente bem mais rápidos que eu;
2. A saída do mar sempre exige cautela. É onde a arrebentação das ondas é mais forte e você fica sem visualização delas.
Tentei imprimir um ritmo mais forte para que eu pudesse sair da água antes do 2o pelotão chegar em mim. Olhando sempre para trás para ver se havia alguma onda a se formar. Se houvesse, sempre siga a dica: Volte e espere ela quebrar. Melhor perder tempo do que levar um caldo. Um caldo pode ser fatal não só para a confiança no restante da prova, mas é perigoso, você pode se machucar. Jamais subestime o mar.
Deu tudo certo, saí do mar e logo a minha direita o amigo de treinos Thor Quinderé, um monstro nesse esporte e alguém que sempre me deixou integrado e confiante para seguir em frente, sempre com palavras certas nas horas certas. Ele era do segundo pelotão.
Olhei para o relógio e vi o tempo de 20min. Muito alto para esse tipo de prova, mas muito baixo para as minhas próprias expectativas.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte II
É chegado o grande dia. O procedimento é o mesmo pré-treino (com mais antecedência, claro). Acordei 2h antes da hora marcada para a largada. Com bastante tempo de antecedência, resolvi fazer tudo na calma, tomei um banho para despertar, comi 2 barrinhas de cereal e coloquei o BCAA no bolso para ingerir apenas uma hora antes da largada. Peguei toda a bagagem que no dia anterior já havia deixado tudo separado e me dirigi ao Marina Park Hotel.
Estacionei o carro, montei a bike (Pneu Dianteiro), peguei a mochila e me encaminhei para a tenda da Triativo. Neste momento fiquei um pouco perdido, haviam algumas pessoas na fila para fazer o checkin da bike com mochilas, e na palestra no dia anterior haviam dito que não poderia entrar na área de checkin com mochila. Para não arriscar, separei minhas coisas, pedi para o Humberto Andrade segurar minha mochila e fiquei na fila. Nesse momento eu já começava a ficar nervoso, minhas coisas estavam todas na mão, estava preocupado se havia esquecido de algo, e com o tempo na fila fui encaixando as coisas no seu devido lugar. Sapatilhas e caramanhola na bike, tenis no pé, número de corrida na cintura, capacete clipado, gel no bolso, e apenas a viseira e uma garrafa de agua para lavar os pés restou em minhas mãos.
É nesse momento que você vê quem já tem certa experiência e quem não tem. Estava perdido, assumo. Se não fosse a ajuda da galera da Triativo que estava ali na fila pra me dar as dicas, eu tinha rodado já no checkin.
Fiquei tenso. O nervosismo pré-largada começava a bater. Logo na fila fui marcado nos braços com a numeração para a natação: 237. O Árbitro do evento conferiu os freios e o clip da bike, tudo ok. Me dirigi para onde minha bike ia ficar e deixei tudo ali, de forma organizada para que facilitasse minha retirada nas transições. A bike fica de frente pro cavalete, em cima do mesmo, de modo que os freios se encaixem na barra do cavalete para que a bike não caia (Mas quem disse que eu sabia disso?!). Antes de sair analisei as outras bikes para ver se a minha estava nos conformes. Tudo ok, capacete em cima do clip e óculos sob o capacete. Saí da área de transição e voltei à tenda da Triativo.
Ingeri o BCAA e o Humberto nos chamou para um aquecimento na água. Começava aí a minha diversão. Tenho certeza que o ele já havia feito aquilo milhares de vezes, e foi justamente no aquecimento em que eu pude enfim, relaxar, sentir o clima da prova, dar espaço a alegria quando antes era preocupação.
Logo na entrada uma onda me jogou no chão. Foi como se nada tivesse acontecido, me levantei e fui adiante com a turma. Havia o iniciante Ricardo Rabelo, que me identifiquei logo, o nervosismo e ansiedade estava visível em ambos. Isso de certa forma me confortou. Fizemos um aquecimento rápido, suficiente para pegarmos algumas dicas do Humberto: "Você não verá as bóias, segue o pelotão"; "A segunda bóia é que você não verá mesmo, mira em alguma coisa e vai atrás dela"; "Na saída olha pra trás, se vier onda, volta".
E foi seguindo as dicas dos meus amigos Triativos que saí daquele aquecimento pronto para a largada. Fizemos uma corridinha leve na areia e então era só esperar o grande momento. Essa hora é onde vemos nossos familiares perto, amigos, é um momento de descontração e de conversas até alinharmos para largar e esperar pelo "PEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM".
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Primeira experiência em prova de Triathlon - Parte I
Esse Post tem tudo pra ser longo. Por isso irei dividí-lo. Espero que você não tenha preguiça de ler, pois aqui tentarei relatar minha primeira experiência em uma prova oficial de Triathlon Sprint (I Etapa Triathlon Sprint promovido pela FETRIECE) nos detalhes que julgo mais importantes.Vamos começar com o dia anterior. Depois de pegar o kit (Numeração) no Marina Park Hotel, fui relaxar. Jantar, comer uma massa, foi a programação da sexta a noite. Ao chegar em casa, fiz todo um ritual:
1. Aprontar a numeração. Basicamente são 3, um que é afixionada com presilhas no canote da bike, um menor que você cola na parte da frente do capacete e um terceiro que é pra corrida, essa fica no meu sinto de corrida, o que recomendo bastante a compra deste assessório que torna tudo muito prático (http://www.yellowsports.com.br/prod,IDLoja,16050,IDProduto,2471139,triathlon-acessorios-triathlon-porta-numero---gel-porta-numero-competicao-2xu).
2. Checklist de coisas a levar. Aqui utilizei um checklist para preencher a minha mochila utilizada no dia da prova. Conferi os itens, coloquei na mochila e deixei tudo separado para ser tudo bem prático na hora de sair (http://www.mundotri.com.br/2011/05/checklist-para-provas-de-triathlon-%E2%80%93-nao-esqueca-o-importante/).
3. Checar se o equipamento está OK. Neste momento, vejo se tudo o que está no checklist está ok. Visualizo todo o momento desde a largada. Óculos para natação limpos, e pré-ajustados. Sapatilhas pré-ajustadas ao pé, capacete e pneus (100-110libras). Tênis de corrida com cadarço em elástico já ajustado, viseira pré-ajustada.
São muitas as informações para os praticantes de Triathlon. Precisamos visualizar tudo antes para que fique mais fácil tudo dar certo na hora da prova e perdermos o menor tempo possível. Se não for tudo planejado antes, há inclusive o risco de não completar a prova, o que seria trágico.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Tudo pronto para a I Etapa de Triathlon Sprint!
Amanhã é dia da I Etapa de Triathlon Sprint promovido pela FETRIECE. A Triativo, equipe a qual eu treino, estará em peso participando desta prova. Particularmente, estou bem motivado e me sinto pronto para ela.Será minha primeira prova de Triatlhon, a idéia é completar bem a prova. Nadar, fazer uma transição tranquila, botar força nas subidas durante o pedal, sair pra correr progressivo e chegar no final pra tomar café da manhã. Encarar como mais um dia de treino e tentar abstrair a presença de outros competidores.
Hoje pela manhã fizemos uma corrida leve de 6km em 35m. Isso me faz pensar que a pouco tempo atrás eu fazia 5km em 35m, e morrendo. Hoje esse pace de 6:30' é um pace de corrida leve para mim. É sensacional você ver as coisas acontecendo. O segredo é treino e disciplina. Disciplina para treinar, treinar pra ter disciplina.
A entrega de kits e congresso da prova ocorrerá hoje no Marina Park Hotel. Kits as 16h, Congresso as 18h. Estou bem ansioso para este evento, mas é uma ansiedade boa de se sentir, saudável.
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A Triativo não só como empresa, mas todos que treinam la me ajudam de alguma forma. Muito bom treinar ao lado de grandes pessoas que nos fazem sentir a vontade e realmente nos fazem querer ta ali todos os dias madrugando pra treinar.
Agora é esperar que chegue amanhã!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Números, Ordem de Largada e Regulamento do Sprint
Cada prova de triathlon tem sua própria história. Sou totalmente iniciante neste esporte o qual já dedico boa parte da minha vida. Imagine só você chegar no seu trabalho as 8h da manhã e pensar: Hoje eu já pedalei 60km e corri 20min, hoje eu já corri 12km. O que eu quero dizer é que, mal começa a manhã e você já tem história pra contar.
O Triathlon não é um simples esporte, é um estilo de vida. Como a maioria da população mundial, eu trabalho durante o dia, então o tempo que posso treinar é as 5h da manhã. O que não quer dizer que seja um sacrifício, não é. Vou dormir empolgado sabendo do treino do dia seguinte.
As mudanças não param por aí. Visando melhoria constante, você procura regrar sua alimentação, a fim de render melhor nos treinos. Só entende quem pratica. Não existe sofrimento nesse meio, é pura satisfação.
Talvez eu tenha fugido um pouco da proposta deste post, mas onde eu quero chegar é, nas vésperas da minha primeira prova de Triathlon, estou super empolgado e ansioso. Fico logo imaginando as provas mais "casca grossa", como será. Pois esta é a primeira, com distâncias menores, mas eu chegarei onde eu quero, subindo degrau por degrau.
Hoje já saiu a relação de numeração e ordem de largada. Segue o link:
http://triathlonceara.blogspot.com.br/2013/02/confira-o-regulamento-e-ordem-de.html
Sob o número 237 está inscrito Airton Marques, quem vos fala, na categoria 30-34 anos. Muito motivado para fazer uma boa prova e seguir em frente com esse novo estilo de vida.
O Triathlon não é um simples esporte, é um estilo de vida. Como a maioria da população mundial, eu trabalho durante o dia, então o tempo que posso treinar é as 5h da manhã. O que não quer dizer que seja um sacrifício, não é. Vou dormir empolgado sabendo do treino do dia seguinte.
As mudanças não param por aí. Visando melhoria constante, você procura regrar sua alimentação, a fim de render melhor nos treinos. Só entende quem pratica. Não existe sofrimento nesse meio, é pura satisfação.
Talvez eu tenha fugido um pouco da proposta deste post, mas onde eu quero chegar é, nas vésperas da minha primeira prova de Triathlon, estou super empolgado e ansioso. Fico logo imaginando as provas mais "casca grossa", como será. Pois esta é a primeira, com distâncias menores, mas eu chegarei onde eu quero, subindo degrau por degrau.
Hoje já saiu a relação de numeração e ordem de largada. Segue o link:
http://triathlonceara.blogspot.com.br/2013/02/confira-o-regulamento-e-ordem-de.html
Sob o número 237 está inscrito Airton Marques, quem vos fala, na categoria 30-34 anos. Muito motivado para fazer uma boa prova e seguir em frente com esse novo estilo de vida.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Uma semana para I Etapa Sprint - FETRIECE
A uma semana da minha primeira prova de Sprint, muitas dúvidas foram sanadas neste final de semana. Com os treinos intensificados visando esta prova, muitos que irão participar e os que já participaram antes, atenderam minhas dúvidas prontamente.A primeira dúvida era o que levar para a área de transição. Muito se fala em não levar, por exemplo, camara de ar e bomba caso um pneu fure, por se tratar de ser uma prova rápida, não compensaria estar trocando pneu caso fosse necessário. Porém as opiniões divergem, dependendo do seu objetivo. Neste caso, completar acima de tudo é o mais importante, não interessa o tempo, levarei câmara, espátulas e um CO2 para se algo der errado.
Depois da natação, é comum estarmos cheio de areia, e há um chuveiro na área de transição, mas para evitar atrasos, levarei uma garrafa pet com água limpa apenas para lavar meus pés e calçar a sapatilha da bike com maior conforto. Lembrando que levarei uma pequena toalha para enxugar os pés antes de me calçar.
A primeira transição é basicamente isto, lavar os pés, enxugar os pés, beber água (leve uma garrafa de água para deixar na transição), colocar o capacete, óculos, calçar a sapatilha e sair pro pedal. Deixe a câmara, CO2 e espátulas já na bike, se possível. Caso não seja, não esqueça de pega-las antes de sair pro pedal.
Na segunda transição, tire o capacete e a sapatilha, calce o tênis, pegue a viseira, beba água e saia para correr. Teoricamente, seu primeiro gel será consumido durante o pedal, não esqueça de consumir o segundo na corrida. Lembre-se que a suplementação e hidratação são sempre importante. No caso do gel, fica a seu critério, eu tomarei dois. Um na bike, outro na corrida. Sugestões são benvindas.
Neste momento ter um tênis com cadarço de elástico é bastante prático e barato. No mais, não irei de meias. Como é uma prova curta, não vejo a necessidade de perder tempo calçando as meias.
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