"O mais difícil de um Ironman, não é cruzar a linha de chegada, é chegar na linha de largada".
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Um pouco mais do Ironman 70.3 Cozumel
No último dia 21 foi disputado o Ironman 70.3 Cozumel, no México. O 70.3 mais difícil que enfrentei em 2 anos de triathlon.
A Natação: Uma natação impossível de prever, pois as correntes daquele local mudam constantemente. Resultado, uma ida a favor da corrente e a volta contra ela. Correntes estas que misturam inclusive águas mornas com águas geladas.
O Ciclismo: Como previsto, circuito plano, quente e com muito vento. A primeira perna do percurso é a mais lenta, onde enfrentamos um vento contra e lateral com fortes rajadas. Organização impecável, com muitos pontos de água e Gatorade distribuídos pelo percurso. Asfalto sem buracos porém áspero. Durante a prova vi muitos furarem o pneu e muitas caramanholas perdidas pelo caminho. A segunda perna do percurso é a favor do vento e em asfalto liso. Ali se alcança velocidades superiores a 45km/h com constância. Foi o ponto forte do pedal. Chegando na cidade há uma diminuição considerável da velocidade. Mesmo assim consegui cravar meu melhor pedal em 70.3.
A Corrida: Quente como o inferno. Sensação Térmica de 39oC, umidade do ar acima de 90%. Aqui precisamos nos hidratar e usar muito protetor solar. O sol não perdoa! Senti muito o calor na corrida. Um aviso de como será difícil a mesma no Ironman Fortaleza.
Uma prova difícil que deve ser valorizada. Mesmo com todas as adversidades, o clima da cidade é perfeito. Uma cidade que se "veste de ironman". As pessoas vão para rua festejar. Há muitos que abrem as portas de casa, encostam as cadeiras na calçada, ligam seus aparelhos de som e fazem ali mesmo sua festa particular, com convidados especiais, o corredores.
É nesse clima que nos motivamos e nos agarramos para seguir em frente. Uma prova que considero um dia voltar.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário